“… será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte. Portanto, para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro.
— Filipenses 1.20-21
“Vai onde há a dor, e cura. Vai onde não há amor, e ama. Vai onde há a dor, e alegra. Vai onde não há amor, transforma.
— Palavrantiga.
“Aceito você de longe. Aceito suas costas indo… Não é que aceito. Quem gosta assim não come migalhas porque é melhor do que nada, come porque as migalhas já constituem o nó que ficou na garganta. Seus pedaços estão colados na gosma entalada de tudo o que acabou em todas as instâncias menos nos meus suspiros. Não se digere amor, não se cospe amor, amor é o engasgo que a gente disfarça sorrindo de dor. Aceito sua consideração de carinho no topo da minha cabeça, seu dedilhar de dedos nos meus ombros, seu tchauzinho do bem partindo para algo que não me leva junto e nunca mais levará, seu beijinho profundo de perdão pela falta de profundidade. Aceito apenas porque toda a lama, toda a raiva, todo o nojo e toda a indignação se calam para ver você passar.
— Tati Bernardi.
“Saudades: presença dos ausentes.
— Olavo Bilac.
“Quanto barulho cabe no silêncio?
— Caio Acarella.
“E eu que pensei que era forte, que superaria os obstáculos, aguentaria a toda essa pressão. Pois agora vejo o quanto me subestimei, vejo o quanto sou fraca e o quanto já estou farta de tudo isso, dessa ausência toda, ausência do meu eu, dos sorrisos, de ser feliz… Ausência do passado.” — (tearsofpains)
“Sou uma carta gigante, chata, cheia de erros, longa demais, muito complicada.
— Tati Bernardi.
“Diga-lhes que esta vida não cessou de me maravilhar.
— Ludwig Wittgenstein.